A Sinastria é uma das técnicas mais importantes para conhecermos a potência de uma relação. Ela consiste na interpretação de dois ou mais mapas, dependendo da quantidade de pessoas envolvidas na análise, e nos mostra as conexões, desafios e forças entre esses indivíduos. Embora a sinastria seja mais conhecida por sua aplicação entre pares afetivos, ela pode ser usada para qualquer tipo de relação, seja profissional ou familiar, como pais e filhos, por exemplo. O que muda, em cada análise, é o foco em um ou outro tipo de posição. 

De forma resumida, para as relações afetivas, consideramos a parte do amor, afetividade, a interação de Vênus e da Lua, o que atrai cada pessoa. Se é uma relação de trabalho, focamos o olhar em áreas de produtividade e se tratamos de uma relação entre pais e filhos, damos mais atenção às questões de educação, do encontro familiar. 

Um mapa de sinastria pode ser útil para: 

  • Entender os pontos fortes e fracos de uma relação amorosa que seja importante para você; 
  • Melhorar e trabalhar em pontos sensíveis de questões familiares;  
  • Conhecer os desafios de uma possível sociedade profissional; 

Para a construção de uma sinastria, o primeiro passo é identificar o Mapa Astral Natal de cada indivíduo. Neste post falamos um pouco sobre como diferentes tipos de Mapa nos ajudam a entender melhor diversos aspectos da vida. Feita a identificação do Mapa Natal de cada um, é possível analisá-los em conjunto, entendendo melhor a dinâmica do relacionamento e identificando assim os pontos de harmonia e os possíveis aspectos de conflito que podem ser aprimorados ao longo do tempo. Vale reforçar que para a análise de um mapa de sinastria é importante que todos os envolvidos estejam presentes. 

Desconstruindo estereótipos, uma sinastria vai muito além de analisar se Touro combina com Escorpião, por exemplo. Ela é uma ferramenta que nos permite entender como as pessoas envolvidas interagem e como se influenciam e isso não se dá estudando apenas o signo Solar de cada indivíduo e sim todo o Mapa Astral. 

A primeira análise é a dos pontos em comum, que ainda que superficial diante da profundidade de uma sinastria, já nos fornece informações valiosas. Devemos focar em desenvolver, em aumentar a potência de todos os pontos que fluem. E tudo que é resistente, que sugere um conflito, é importante que a gente saiba aceitar, cuidar com delicadeza, para não criar atritos que podem vir a ser desgastantes. 

Entender como os elementos e modalidades de cada signo interagem é fundamental. Os signos são divididos em quatro elementos: Fogo, Terra, Água e Ar e três modalidades: Cardinal, Fixo e Mutável. Signos de mesma modalidade podem criar campos de conflito. Já elementos opostos trazem diferenças interativas que podem formar pontos de união para o casal. Também existem diferenças onde um mundo não conversa com o outro. Nesses casos é preciso trabalhar para manter essas individualidades intactas. Você pode aprender um pouco sobre as principais características dos elementos na Astrologia neste post. 

Quando analisamos qualquer tipo de relacionamento, precisamos entender como as energias se completam. Existem energias que são semelhantes e outras que são diferentes. E não há uma combinação melhor ou pior, cada uma tem suas qualidades e desafios intrínsecos. 

Ao fazer uma sinastria não vamos descobrir se um relacionamento dará certo ou não – afinal relações humanas não são ciências exatas – mas teremos nas mãos uma ferramenta que nos ajudará a entender melhor como somos e principalmente, como somos com o outro – o que ele nos desperta, como interagimos, pontos delicados que devem ser respeitados e potências que devem ser ainda mais desenvolvidas. 
A Astrologia oferece um campo infindável de opções para o nosso autoconhecimento. Através do trabalho da astróloga Claudia Lisboa você pode, não só fazer seu Mapa Astral, como participar de cursos e conferir um conteúdo enriquecedor de vídeos e textos e entender melhor como os astros influenciam nossa vida.

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